O conteúdo deste blog é PURAMENTE ficcional. Qualquer semelhança com a realidade é uma completa coincidência. U.U
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24.6.11

Adoro Pessoas Que Adoram o Batman.

Day
06 -
Favorite Super Hero and why
Kick Ass my ass. I know of no hero as close to reality as Batman.
Super powers? Ancestry alien? Green magical Ringlet?
Nope, what he has is anunusual intelligence, and a lot of money. Only.

Nobody gave powers to Batman, he was not born different, not special, not half fish or alien or anything.
And even though he also use underpants over his pants, he has (almost) nothing in common with Superman.
Batman does not plan to maintain peace and order in the whole world. All he wants is to protect what is within his reach.
And sometimes it fails, but that's what it means to be human, you make mistakes, and has to deal with them for life, like it or not.

I also like the Batman because he looks like me.
He pretends he doesn't care, that he does not give a shit about people, that he makes difficult choices easily because they are the right choices, but the truth is that he cares much more than he shows.
Also, he carries scars from all his fights, no miracle alien cure, no drama, no crying, just giving his best and moving on.

And while Batman is always dark, the truth is that Bruce Wayne never really gives up to find happiness.
And he never let fear stop him from proceed, even using as cover a garment inspired by their greatest fear, a bat, proving that it's far better to be braver than fearless.
And as Kick Ass (damn fool) made ​​it clear to the younger generations, you do not need superpowers to be a hero.
All you need is courage, attitude, willpower.
Bruce Wayne had all this and more: brains, money and good sense, and that's why for me he is the best hero of all.
[by Whatever, uma boa (nerd) amiga. ;D]

30.12.10

Adeus Ano Velho...




Muitas coisas se perdem entre um ano e outro. Muitas coisas se ganham. Esse ano as perdas foram tantas que eu resolvi não contabilizar.
E pensar que essa época do ano costuma ser a minha favorita...
O que eu gosto no fim do ano é esse calor. Sabe como é? Quando as pessoas ficam tão felizes com a perspectiva de um novo começo que se tornam mais gentis, mais calorosas, são mais legais umas com as outras.
Bem, esse foi o ano de partir os sonhos da Scarlet. Depois do desastre de natal em família, veio o desastre de ano novo. Um a um, todos os meus amigos... Me chutaram =)
Se você me perguntar, esse é um post cheio de mágoa, mas acima disso é um post cheio de tristeza. Eu estive desesperada, e confiei nas pessoas, pedi ajuda, e acreditei que receberia, mas tudo que eu recebi foi vazio. Nada.
E aí eu me dei conta de como eu ODEIO solidão. Nunca tinha percebido antes. Pra mim, era tão puramente normal, um dia você acordar e estar sozinho... Mas só era normal porque eu nunca tinha ficado sozinha de verdade. Sempre tinha alguém, uma última esperança. E dessa vez, não houve nada. Só vazio.
A Pianista me largou. E vai passar dois meses se desculpando por isso, eu sei, mas isso não muda o fato de que ela me largou.
A Turista foi estúpida comigo, por causa do Sr. Land Rover, passou na minha cara coisas que eu só tinha contado a ela, que me atormentavam, e foi estúpida comigo de novo depois, porque ela simplesmente não tinha nada melhor pra fazer, e no fim, ela também me abandonou. Ela, eu sei, nunca vai se desculpar. Ela nunca se arrepende de se fazer de vítima.
A Francesa tem seus próprios problemas, e o único motivo de eu não ter ficado magoada com ela é que ela nunca me prometeu nada. Uma das coisas que eu mais admiro na Francesa é a determinação dela em cumprir promessas.
Eu não consegui culpar o Sr. Rugby. Ele fugiu da mesma coisa que eu tentei fugir, que nós agora chamamos de "O Reinado do Sr. Megalomaníaco". Mesmo assim, me sinto muito magoada com ele.
Sobre o Sr. Megalomaníaco, eu só posso culpar a mim mesma. Burrice a minha achar que ele algum dia possa entender alguma coisa.
E no fim, de todas as pessoas para quem eu recorri, só um veio me salvar. Sem cavalo branco, sem nenhuma determinação, empurrado por uma promessa que queria cumprir. Esse foi o Sr. Ameba.
Quando eu percebi que era só isso que eu representava pras pessoas, de repente me bateu uma tristeza... Porque de fato, é só isso que você pode esperar. A maioria das pessoas deixa a vida sem significar nada, e torce pra ser lembrada pelos filhos, talvez pelos netos. Mas acaba aí.
Não importa o que você faça, nunca volta nada de bom pra você.
E o vazio é uma coisa dolorosa...

Mas esse é o ano que está terminando.
E como todo ano, é assim que eu vou fazer: deletar. Deletar toda a dor, anotar os erros, pra não esquecer nem fazer de novo, mas apagar os sentimentos ruins que vem com eles. Mandar as mágoas pra bem longe.
Depois de amanhã começa 2011. Nenhuma dessas pessoas vai me machucar de novo. Não impunemente, é claro, e aqui eu me refiro ao Sr. Megalomaníaco. Não vou guardar rancor, não vou ficar chateada, nem travada no que passou.
Hoje, Scarlet Carson está tremendamente triste, e não parou de chorar. Mas quando a contagem chegar ao fim, ela vai ser a boa e velha Scarlet Carson de novo, determinada a fazer as coisas funcionarem.
Então, dane-se o chefe, o namorado burro, os amigos fura-olho e os amigos que te abandonam, a faculdade, a família, os cahorros, gatos e papagaios.

Daqui pra frente, tudo vai ser diferente.



"O momento mais escuro é aquele logo antes do amanhecer"

6.11.10

Sobre a vida e outras coisas igualmente frágeis.

Hoje, Scarlet Carson está de luto.

Recebi a ligação às 22:00 do dia de finados, e ele já estava morto. Não era o meu melhor amigo, não era meu irmão, meu namorado, não era da minha família. Eu nem sequer costumava vê-lo com freqüência.
Ele era um fragmento do meu passado. Na maior parte das vezes uma lembrança, de vez em quando um abraço saudoso ocasionado por um encontro acidental em uma esquina qualquer ou na entrada de um show de rock.
Ele era um garoto. Só um garoto.
"Ele sofreu um acidente de carro. Ele morreu." Essas palavras ficaram ecoando na minha cabeça por um longo, longo tempo antes de parecerem reais. Porque a morte raramente parece real. Soa mais como uma lenda urbana, que nunca se aproxima de você, só dos outros. Só de quem você não conhece.
Não fazia sentido pra mim, e por um tempo continuou a não fazer, até que a palavra "morreu" se encaixou com a imagem do rosto sorridente dele, e eu entendi que nunca mais veria aquele rosto. Nunca mais. Nunca mais é um tempo muito longo.
Aí, a primeira lágrima rolou. E outras mil depois dela.
Eu não conseguia parar de tremer. Tremia de pavor, um pavor tão profundo que pesava na minha respiração e escurecia meus olhos. Um pavor que ainda não passou. Pavor da morte.
A vida é uma coisa ridiculamente frágil. O que é irônico, porque viver é a coisa mais difícil que existe. Você nasce, e só isso já é complicado por si só, aprende a andar, aprende a falar, estuda, constrói sonhos, cria esperanças, arruma um trabalho, bate o carro e morre. Fácil assim. Um segundo, um passo em falso, um escorrego, qualquer coisa. Um sopro e sua vida se foi.
E tão frágil quanto a vida são as nossas lembranças.
Eu fiquei tentando me lembrar de cada detalhe, cada conversa, cada sorriso. Mas minha memória está cheia de buracos, e tudo que eu conseguia pensar eram alguns poucos momentos, o dia em que ele e a Pianista ficaram pela primeira vez, aquela tarde conversando no shopping quando eu não queria ficar sozinha, a orelha furada em segredo, aquele cover de Massacration em Julho de 2006, com um sanduíche estragado e uma caixa de leite, o dia em que ele chorou no cinema, bem do meu lado, e a última vez que eu o vi, quinta-feira, 28 de Outubro de 2010, caminhando ao lado da irmã e da sobrinha. Um aceno com a mão, um sorriso, "quanto tempo não te vejo", "a vida anda corrida, mas está ótima", um abraço, e tudo passou despercebido, cinco dias antes de eu saber que nunca mais vou poder vê-lo. E isso eu sei que nunca vou esquecer.
Entretanto, todo o resto desapareceu. As conversas de horas e horas ao telefone, das quais eu não lembro uma palavra, os passeios de fim de semana, idas à galeria, os planos, os sonhos, e até mesmo as músicas que nós gostávamos de ouvir. Tudo se foi, como se no momento em que me disseram que ele havia morrido, tudo sobre ele tivesse começado a se auto-destruir, todos os vestígios da sua existência. Como se nunca tivesse estado lá.
Mas eu sei que esteve. E sei que cada uma dessas lágrimas não estaria sendo derramada se fosse alguém que eu pudesse esquecer. Atentada pelo pavor, cravei cada uma dessas memórias no papel, para jamais deixá-las ir, e chorei, revivendo cada uma delas.
Em algum lugar, dentro de mim, ainda estou chorando. E vou chorar ainda muito mais.
Eu queria ficar congelada no tempo, com aquelas lembranças, mas mesmo que eu deseje de todo o coração parar de respirar, o ar ainda entra e sai dos meus pulmões sem que eu possa controlar por muito tempo. Eu ainda sinto fome, e sede, durmo quando fico cansada, sinto dor quando me machuco. Não importa o quanto eu queira morrer também, não vai simplesmente acontecer.
E a dor, tanto faz. A vida é uma doença sexualmente transmissível, invariavelmente fatal, frágil como o mais fino cristal. Enquanto eu choro a minha perda, outras vidas começam e terminam, sem que isso faça diferença pra mim, milhões de pessoas choram suas próprias dores sem que a minha importe, e a vida delas continua, como a minha continua.
Tanto faz.
Meu coração também é especialmente frágil. Se parte com muita facilidade. Geralmente tem concerto. Mas dessa vez, dessa vez o que partiu foi algo que eu nunca vou poder concertar. Alguém que esteve lá e nunca mais vai estar. Alguém que eu nunca deixei ninguém saber o quanto era importante. Alguém para quem eu nunca disse adeus, eu te amo, eu também não me arrependo, eu acredito em você, viva pra sempre... Alguém pra quem eu nunca vou poder dizer.
O que se partiu dessa vez não se concerta nunca mais. Como uma vida que não volta. Como as lembranças perdidas. Como as palavras ditas. O tempo não volta atrás, então eu sigo em frente. Apavorada, ferida, com dor.
Mas ele esteve aqui. Eu nunca vou esquecer.



"Mesmo se o amanhã chegar
Mesmo se algum dia eu me tornar um adulto
Tenho certeza de que sempre lembrarei
Que vocês estavam aqui comigo
Eu nunca esquecerei
Mesmo quando estou nos muitos finais deste vasto mundo...
Por esse momento que nunca desaparecerá
Eu agradeço, a todo mundo."

25.10.10

Meninas e Churrascos.


Sabe aqueles dias que você precisa de força e não sabe onde buscar?
Em caso de dúvida, a resposta padrão é: Amigos.
Quando seu namorado é um imbecil, sua família parou de te dar apoio moral, seus professores te escravizaram e seu chefe está tentando te matar, compre umas garrafas de Ice de maracujá, junte as meninas e passe uma noite agradável jogando algum jogo de mímica que vai fazer você ficar com dor de barriga de tanto rir, e está feito. É assim que você arruma forças pra seguir em frente.
Claro, um churrasco com os amigos no dia seguinte também ajuda.
Turista, Pianista e a Srta. Elétrica, a Francesa em espírito, e mais um dúzia de pessoas especiais fizeram desse dia um dia maravilhoso.
Às vezes eu esqueço porque eu tenho amigos.
Hoje eu lembrei. =)



"Na nossa vida não há pontas soltas.
Todos os fios estão entremeados entre si...
E estão revestidos de significado."
-Yuko, XxX Holic.

23.10.10

Sr. Megalomaníaco X Sr. Workaholic. É, de novo.

Os posts anteriores não deram nem pro começo.
Muita coisa aconteceu.
E quer saber o que é mais interessante? Quando eu pensei que tudo estava lindo e resolvido no meu triângulo amoroso particular, percebi que isso na verdade nunca vai acabar, porque esse relacionamento bizarro tem um problema. Um problema ENORME.
Eu.


Por um lado nós temos o Sr. Megalomaníaco.
Grudento. Quase sempre gentil. Meio monótono. Exagerado. Derramado. Emocionalmente burro, ainda mais do que todos os homens naturalmente são. Esforçado, porém teimoso, orgulhoso, do tipo que insiste que um erro é na verdade um acerto.
Eu conheço ele faz milhares de anos. Amo ele faz milhares de anos. Se eu simplesmente chegar e disser: "ei, chega, quero terminar", eu vou arrancar meu próprio coração do peito e atirar pela janela junto com o nosso namoro.
Isso porque o problema não é que eu não o ame, ou que ele não me ame. É só que ele me machuca demais.


Por outro lado, temos o Sr. Workaholic.
Arrebatador. Sutilmente gentil, disfarça muito bem. Agitado. Meio arredio. Fechado, mas cheio de pequenas brechas. Esperto. Esforçado, porém sempre na direção errada. Foge dos próprios sentimentos como o diabo foge da cruz.
O buraco aqui é um pouco mais embaixo. Eu o amo, ele me ama (e não, ele jamais saberá da existência desse blog), mas nós nunca ficaremos juntos. Porque ele é amigo do Sr. Megalomaníaco. Porque ele morre de medo de ficar comigo. Porque eu morro de medo de ficar com ele. Porque ele é amigo do Sr. Megalomaníaco. Porque ele escolheu um caminho muito complicado pra trilhar. Porque ele desperta o pior em mim. Porque eu desperto o melhor nele - e ele detesta. Porque nós dois somos complexos demais.
Mesmo assim, eu o amo. Eu o amo o bastante pra cogitar largar o Sr. Megalomaníaco por ele.
E aqui nós chegamos ao impasse.

O problema não é quem me ama, quem deixa de me amar, não são os obstáculos ou as facilidades. O problema sou eu, que me apaixonei por dois caras ao mesmo tempo, e mesmo tentando desesperadamente me livrar de um deles - o que seria a coisa mais racional a se fazer - não consigo simplesmente ser feliz sem os dois.
Eu sou um monstro.
Um alienígena terrível e doentio.
Uma criatura bizarra e sem coração.
E ainda sou infeliz.

Qual é a solução?
Corra, Scarlet, corra.
Pra bem longe das pessoas.
Pare de escrever em blogs e termine o seu livro.
Faça alguma coisa realmente util da vida que não tenha nada a ver com se apaixonar.
Use sempre bons sapatos.
E o mais importante, deixe os dois.

19.7.10

Muito, muito longe.



Mães são animais estranhos que sempre te fazem sentir mal demais ou bem demais por algum motivo.
Minha mãe me apunhalou pelas costas.
Depois de uma semana fofa, forte, feliz, cheia de bons momentos, de coisas boas pra lembrar, de música, de arte, de amigos, de balões e confete, minha mãe me apunhalou bem no meio das costas. Ela teve um infarto, e ousou me culpar por estar de cama, dormindo, com 39.5 de febre, sem conseguir me levantar, depois de uma semana de evento.
Eu me senti culpada sozinha, sem precisar dela com o dedo apontado na minha cara, sem precisar dos gritos, e de todas as pessoas rindo de mim, e da sensação de que eu sou a pior pessoa do mundo.
Eu pensei, sim, que eu podia ter acordado e descoberto que minha mãe morreu. Eu pensei, sim, que eu podia nunca mais vê-la. Eu tive medo sozinha, sem que ela tentasse me mostrar o que ela imagina que eu não pude perceber.
Eu não estava lá pra cuidar dela, ela não estava lá pra cuidar de mim. E aí? Vamos eternamente culpar uma a outra? Não, porque eu não estou culpando ela, embora ela continue insistindo que é culpa minha. Eu só estou de cabeça baixa, ouvindo e aceitando, e me sentindo cada vez pior. De novo, e de novo.
Eu podia muito bem enfiar na minha cabeça que eu não tenho culpa, porque não tenho mesmo, e simplesmente deixar todas as conversas e reclamações dela no mute. Mas o peso daqueles olhos, e o tom de voz dela, me dizendo que eu não ligava pra ninguém... É esse tipo de pessoa que ela pensa que eu sou? Que não liga, que não se importa? Ela acha mesmo que se eu conseguisse, eu não teria ido lá e feito alguma coisa?
Mas ela nunca vai ouvir uma palavra sequer do que eu estou dizendo, e nunca vai saber como é se sentir assim. Porque quando se trata de mim, ela nunca vê ou ouve nada, nunca entende nada realmente, nunca abre os olhos ou os ouvidos pra nada.
Família é mesmo pra essas coisas. Machucar você, magoar seus sentimentos. Te fazer sentir mal. É pra você saber onde não errar quando quiser uma família só sua. É pra você saber o quanto é insignificante na vida das pessoas.
É difícil entender, eu acho. É difícil explicar também. É difícil continuar sentindo tudo isso. Mata por dentro...

Mas eu não quero que ela morra. Não quero que ela vá embora sem me dizer adeus. Não quero que ela desapareça. Só machuca tanto porque, apesar de tudo, essa a minha mãe. A mãe que eu amo. A mãe que eu queria que me amasse de volta.
E é por isso que, agora, eu queria tanto ir embora. Pra muito, muito longe. Pra onde a dor não pudesse me afetar. Pra onde eu não precisasse explicar pra minha própria mãe como eu estive doente e sozinha durante toda a manhã, como eu chorei quando eu chamei e ninguém me respondeu, onde eu pudesse esquecer o dia de hoje e só pensar em coisas boas, caminhar com os pés descalços na areia ou voar por entre as nuvens ou qualquer coisa que me ajudasse a não pensar.
Eu queria ir pra um lugar onde minha mãe não dissesse nunca mais "o que as pessoas devem pensar" ou "todo mundo acha" ou coisas assim. Onde ela se preocupasse comigo, com o que eu penso, com o que eu sinto, onde ela me contasse que está doente, que se sente mal, me pedisse ajuda, me considerasse alguém importante.
Eu só queria que ela, somente ela, me reconhecesse. Pelo menos uma vez.

12.7.10

Os Dias de Glória de Scarlet Carson.



"Remember, remember, the fifth of November"

A flor é o cartão de visita da morte...

Violet Carson é uma rosa híbrida, criada pelo cruzamento de uma Madame Leon Cuny com uma Spartan. É geralmente descrita como uma flor colorida com creme ou prata por sob as pétalas, e tem um arbusto volumoso e espalhado.
Atualmente, a Violet Carson original é rara, e geralmente suas 'descendentes' são confundidas com ela. É considerada como a Rosa Perdida, desde 1964, quando o cruzamento original foi substituído pelas versões aprimoradas. Entretanto S. McGredy a descreveu como a rosa mais linda que já desabrochou.
No filme V de Vingança, seu nome foi adaptado como Scerlet, e por algum motivo, nunca me saiu da cabeça...